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03/06/2005 09:08
Passando por aqui...
A verdade é que não ando muito animado com esse blog aqui. É chato você se dispor a fazer algo que ninguém vai ler.
No mais, tenho escrito para o site http://www.spiner.com.br/JornalSpiner, na editoria de rock internacional. Não uso o espaço para criticar, como realmente gosto de fazer, porém para noticiar. É claro que, vez por outra, permito-me falar nas entrelinhas...
Três publicações interessantes nos últimos tempos por lá foram:
1 - A comparação feita por Arthur Dapieve entre o segundo cd do Audioslave e uma cena do filme Crocodilo Dundee. Se você fgicou curioso, leia nesse link aki: http://www.spiner.com.br/JornalSpiner/index.php?subaction=showfull&id=1117742217&archive=&start_from=&ucat=14&. O link para a matéria original, o texto do Dapieve, você encontra por lá.
2 - Novo do Limp Bizkit é um fracasso. Essa eu particularmente adorei, e fiz questão de parecer tendencioso...
http://www.spiner.com.br/JornalSpiner/canais/rock_internacional.php?subaction=showfull&id=1117637355&archive=&start_from=&ucat=14&
3 - Uma matéria especial sobre os 25 anos da morte de Ian Curtis. http://www.spiner.com.br/JornalSpiner/canais/rock_internacional.php?subaction=showfull&id=1116333548&archive=&start_from=&ucat=14&
Peço que, se possível, comentem nos textos por lá. Só assim os donos da situação verão que é uma editorial interessante.
Abraços e até a próxima!
enviada por Buckley
18/04/2005 08:14
Notícias rápidas:
1 - A bosta do Charlie Brown Junior, infelizmente não acabou. O que mudou foi apenas o nome das moscas que sobrevoam essa merda. Chorão agora tem como aliados outros três manés como ele.
2 - Átila de Carvalho (guitarrista - Lux Salutis e ex-Shabbat), Daniel Torturella (baixista, ex-Shabbat, ex-Javé) e Antônio Dias (baterista, entre outras tantas bandas, também é um ex-Shabbat, um dos três membros fundadores - ao lado dos dois citados anteriormente), músicos naturais de Paracambi, e com certo renome em regiões da baixada e sul fluminense, estão com um novo projeto. Batizado de Zero Trio, a banda de Jazz-Fusion já começa a ensaiar e preparar as primeiras músicas.
3 - Uma notícia engraçada: A Sony-BMG deverá fechar com o Massacration! A banda, que foi o maior sucesso do Abril Pro Rock, no Recife - deixando para trás Shaaman e Seputura - confirma que está para lançar um disco em breve. Essa é esperar para ver...
enviada por Buckley
01/04/2005 09:36
Veja só que coisa louca: comecei a me ligar mesmo em música a partir de 1997. Basicamente rock. E de todo o tipo: tive minha (curta, graças à Deus!) fase de nirvanóide e gunzete. Depois veio o Heavy Metal. Ouvia Angra, Iron, Black Sabbath, Megadeth..., enfim, uma infinidade, full time! Com isso passei pelo Doom e pelo gótico, cheguei ao Prog-Metal, descambei para o prog, propriamente dito, vibrei com a velharias, com o brit... e esse é o tempo presente: uma época em que gosto de tudo isso (menos Nirvana e Guns!), de uma só vez.
Por sorte, nunca ouvi apenas essas coisas. Em 1999 fui apresentado à música de Paulinho Moska, que me levou à Chico, et ali. Em 2001, se não me engano, foi a hora de conhecer Jeff Buckley, que, de certa forma, me levou a conhecer John Mayer e até mesmo Nick Drake.
Estamos em 2005! Demorei 8 anos "estudando", ao ponto de conhecer muitas bandas, muitos gêneros, sub-gêneros, milhares de rótulos, necessários ou não. Em 8 anos, a certeza que tive foi uma só: me nego receber o rótulo de rockeiro.
Aliás, é isso aqui em baixo que eu ando ouvindo muito ultimamente...
Jorge Ben, Samba Esquema Novo, 1963.
No disco de estréia, Jorge Ben nos apresenta seu samba estilizado, diferente da concepção da turma da bossa.
O balanço é incrível! Logo de cara, músicas como "Mas que nada", "Chove chuva" e "Por causa de você, menina", explicam porque Jorge viria a se tornar o fênomeno que conhecemos hoje. Antes de dizer "Eu gosto de Jorge Benjor", apenas pela impressão cool que isso pode causar nos outros, você deve ouvir esse disco. Aí sim, vai poder falar o que quiser.
Vale notar: A forma como Jorge brinca com palavras de cunho religioso. Citações à deusas negras, santos, etc, etc. Antene seus ouvidos.
E aí? Esse é um bom post roqueiro?
enviada por Buckley
11/03/2005 09:44
As coisas acontecem no mercado musical independente...
Notícias rápidas:
1 - Opallas ainda gravando o segundo cd. Segundo Marx, o baixista do grupo, a diferença entre esse e o antecessor é que "esse está bom!";
2 - Moptop teve sua demo, Moonrock, eleita como o 17º melhor cd independente do 2004. Não foi como o Gram, que ficou em primeiro, mas ficaram na frente do badalado Cachorro Grande e do mutante Arnaldo Baptista;
3 - Lux Salutis toca domingo, dia 13 (?) de março, na Lapa. A banda faz prog-metal cristão, com direito a muita virtuose, flautas e vocal em inglês;
4 - Subversão, de Paracambi (my city!!!), está gravando sua demo. A música "Enfim" já foi gravada e só falta mixar. A produção está a cargo do baixista e do guitarrista da Lux Salutis (Cláudio e Átila de Carvalho, respectivamente). A demo contará com 4 faixas.
enviada por Buckley
04/03/2005 09:25
O cd Angelus, de Milton Nascimento, é uma obra única. Primeiro por ser um do Milton, o que já o faz nascer com selo de qualidade, segundo pela escolha das músicas (um repertório com releituras de suas próprias músicas, algumas inéditas, além das versões para músicas de outros artistas), terceiro pelas particpações epeciais. E não necessáriamente nessa ordem.
Foi lançado em 1993, uma época em que Milton Nascimento estava muito ligado à atividades em prol da ecologia, o que dá ao álbum algo quase mágico, uma estranha sensação de leveza para quem o ouve.
Repertório:
01 - Seis Horas Da Tarde
02 - Estrelada
03 - De Um Modo Geral...
04 - Angelus
05 - Coisas De Minas
06 - Hello Goodbye
07 - Sofro Calado
08 - Clube Da Esquina nº2
09 - Meu Veneno
10 - Only A Dream In Rio
11 - Qualquer Coisa Haver Com O Paraíso
12 - Vera Cruz
13 - Novena
14 - Amor Amigo
15 - Sofro Calado
Jon Anderson, eterno vocalista do Yes, participa de Estrelada, e o melhor: cantando em português! O sotaque dá a música uma atmosfera lírica, mas, confesso, ao mesmo tempo engraçada.
Angelus é um ótimo tema. Um desses que você pode ter certeza de que já ouviu em alguma propaganda sobre ONGs.
Na faixa seis, pára tudo! <,i>Hello Goodbye, do quarteto de Liverpool, ficou simplesmente maravilhosa no arranjo de Milton! Sem palavras para ela. Perfeita e ponto.
Clube da Esquina #2 também impressiona. Um arranjo grandioso para uma música que já era muito boa.
Only A Dream In Rio, numa versão mezzo português, mezzo inglês, traz a participação do seu compositor: ninguém menos que James Taylor. Ainda nas participações, Qualquer coisa haver com o Paraíso, do Milton e do Flávio Venturine (a original está no primeiro álbum do Flávio), foi regravada nas vozes de Milton e Peter Gabriel (essa versão também emociona, principalmente aos fãs da fase áurea do Genesis, como eu aqui).
Aí as coisas se complicam, no bom sentido: é que as três seguintes trazem ninguém menos que Herbie Hancok, Ron Carter e Pat Metheny (piano, baixo e guitarra, respectivamente). Com um time desses, não seria pedir muito que as músicas ficassem..., ficassem... (como definir???), ficassem expetaculares!!! Pat traz para elas sua "guitarrinha" característica, Herbie destrói nas teclas enquanto Ron é o cara certo para segurar a basea pra essa turma.
É claro, há muitos outros que contribuiram pra que esse disco acontecesse (só para ter uma idéia: Túlio Mourão, Flávio Venturine e Naná Vasconcelos, entre tantos), no entando citei os que acho mais relevantes.
Único - é tudo o que posso dizer.
Nico Assumpção, Milton Nascimento, Pat Metheny, Wagner Tiso and Mazzola:

enviada por Buckley
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